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VI Master Commedia dell'Arte c/ Nuno Pino Custódio

19 a 22 de Setembro

Julho 2018
Entre 19 e 22 de Setembro, Nuno Pino Custódio dirige a VI Master Commedia dell'Arte, na Lavaria do Rio (Minas da Panasqueira),
intitulado "No sentido da Commedia dell'Arte: Hoje!"
"Como abordar a Commedia dell’Arte hoje é sobretudo uma questão viva, sem respostas fixas, um olhar atento onde a tradição tem que,
acima de todas as coisas, ser sinónimo de movimento. De futuro. " Nuno Pino Custódio
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NUNO PINO CUSTÓDIO, DIRECTOR ARTÍSTICO, DRAMATURGO, ENCENADOR, CONSTRUTOR DE MÁSCARAS. Lisboa, 1969.

Iniciou a sua actividade como encenador e dramaturgo no início dos anos 90, expondo até hoje 50 criações, onde se destacam colaborações com algumas das mais significantes companhias portuguesas, como o Teatro Meridional, o Teatro O Bando, a Companhia do Chapitô, As Boas Raparigas, O Teatrão, a FC - Produções Teatrais/Casa da Comédia, o Teatro do Montemuro, o Teatro Oficina ou a companhia que fundou e dirige desde 2004, a ESTE – Estação Teatral da Beira Interior.

  1. INFORMAÇÕES
Data: 19 a 22 de Setembro de 2018
Recepção dos formandos: Moagem - 18 de Setembro de 2018;
Duração: 4 dias com três períodos de trabalho (Aulas práticas das 10H00-12H30 e 15H00-18H30 e Aulas teóricas das 21H00 às 24H00) ;
Local: Lavaria do Rio - Minas da Panasqueira;
Limite máximo da turma: 20
Público-Alvo: Profissionais, estudantes e professores de artes performativas;
Equipamento: roupa e calçado confortável que permitam movimentos largos e trabalho de chão e meio ou collant de mousse preta.
  1. INSCRIÇÕES
Preços:
INSCRIÇÃO GERAL- 200,00€
INSCRIÇÃO PARA PROFISSIONAIS DE TEATRO – 150,00€
(inclui alimentação, alojamento e transporte entre Fundão e Cabeço do Pião)
Pagamento: 
. 50% no acto da inscrição e a possibilidade de pagamento do restantes 50% até 15 de Setembro de 2018;
· O pagamento da inscrição por via bancária deverá ser efectuado através do NIB (transferências nacionais), 0010 0000 34735400001 40 ou IBAN (transferências internacionais), PT50 0010 0000 3473 5400 0014 0 / swift: BBPIPTPL, e confirmada através do envio do comprovativo de transferência/depósito bancário
  1. CONTACTOS
Estação Teatral
Apartado 259 – 6230-909 FUNDÃO – Portugal
T: (+351) 963 859 394 / (+351) 275772499
Email: esteteatro@gmail.com
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MasterClass "TEATRO VISUAL" com John Mowat

23 a 25 de Agosto

Junho 2018

John Mowat nasceu e cresceu em Londres, onde ainda vive esporadicamente. Foi convidado a deixar a escola aos 16 anos, tornando-se aprendiz de mecânico e soldador na indústria de aquecimento e ventilação. Estudou Escultura e frequentou a Royal Academy School, em Londres. O seu percurso no teatro começou em 1980, quando realizou a sua primeira exposição individual e em 1994, co-fundou a Oddbodies Theatre Company, em Londres.

Como intérprete e diretor, o seu estilo de comédia altamente visual já percorreu mais de cinquenta países em todo o mundo. Começou em Lisboa em 1992, e dois anos depois associou-se à Companhia do Chapitô para dirigir uma peça para a Expo 98, continuando a conceber e dirigir inúmeras peças com a Companhia do Chapitô, das quais foi também co-director artístico, até 2015.

Actualmente, Mowat continua a trabalhar em vários projetos, dividindo o seu tempo entre Inglaterra, Portugal e Brasil.

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  1. INFORMAÇÕES

Data: 23 a 25 de Agosto de 2018

Recepção dos formandos: 17h00 de 22 de Agosto de 2018;

Duração: 6 horas diárias (das 10h00 às 12h30 e das 15h00 às 18h30 – chegada ao espaço de trabalho às 9h30 e às 14h30, para dar início a cada período);

Local: A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes (Fundão);

Limite máximo da turma: 20

Público-Alvo: Profissionais, estudantes e professores de artes performativas;

Equipamento: roupa e calçado confortável que permitam movimentos largos e trabalho de chão

  1. INSCRIÇÕES

Preços:

. INSCRIÇÃO GERAL- 200,00€

(20% de desconto para todas as inscrições efectuadas até 15 de Julho de 2018 / inclui alimentação, alojamento e entrada em todos os espectáculos da programação do TeatroAgosto 2018)

. INSCRIÇÃO PARA PROFISSIONAIS DE TEATRO – 150,00€

(inclui alimentação, alojamento e entrada em todos os espectáculos da programação do TeatroAgosto 2018)

Pagamento:

. 50% no acto da inscrição e a possibilidade de pagamento do restantes 50% até 31 de Julho de 2018;

. Para inscrições após 15 de Julho – 100% até 31 de Julho;

· O pagamento da inscrição por via bancária deverá ser efectuado através do NIB (transferências nacionais), 0010 0000 34735400001 40 ou IBAN (transferências internacionais), PT50 0010 3473 5400 0014 0 / swift: BBPIPTPL, e confirmada através do envio do comprovativo de transferência/depósito bancário

  1. CONTACTOS

Estação Teatral

Apartado 259 – 6230-909 FUNDÃO – Portugal

T: (+351) 963 859 394 / (+351) 275772499

Email: esteteatro@gmail.com

Há Beira na Revolta

Fundão_25 a 27Mai. (Casino Fundanense) / Alcaria_23Jun. / Valverde_24Jun. /   Aldeia Nova_21Jul. / Capinha_22Jul. / C.Branco_18Ago. / Setubal_02Set. / Avanteatro_08Set.

Maio 2018

"Há Beira na Revolta!” é um espectáculo que reúne várias histórias numa Beira Interior situada entre o século XIX e os meados do século XX. Histórias de força, coragem e resistência de um povo cuja insularidade nem sequer está demarcada pela fronteira visual entre o mar e o nada. Longe dos poderes centrais mas sob o jugo de toda a sorte de cacicagem, nesse tal “e o resto é paisagem, mas pagai a portagem”, ali mesmo por entre serras, covas, pedras e mais penhascos, que alma é esta que se ergue, que se levanta, que ecoa, que se avista pelo céu infinito qual nuvem em nome da dignidade humana?

Seguindo este impulso, a Estação Teatral vai, uma vez mais, convergir dois propósitos basilares da abordagem do teatro que há década e meia pesquisa: o recurso a uma arte milenar dos contadores de histórias, onde todos os meios se encerram no corpo do actor, em busca de um Teatro Total, e essa necessidade tão premente de trabalhar com o diverso e rico e plural universo da sua região.

Histórias com (panto)mineiros e capatazes, soldados napoleónicos e guerrilheiros por instinto, gente que amanha a terra ou a vê amanhar, ladrões, guardas e juizes ou juízes, guardas e ladrões, pastores e regedores, ovelhas, cães e assobios, inquisidores e gente sem paciência, silvos, silvas e gente boa sem nome, outra com apelido mas sem eira nem beira... E tudo regado a vinho, a tiros, a desmandos, a desmaios, a perseguições, a quedas, a bordoadas, a pedradas, a palavrões, a punhos erguidos, a gengivas arregaladas, a órbitas a explodir, a canções, a suspiros, a vontades, a respiros e a corações. Sim, talvez só tudo corações.

Dramaturgo e encenador: Nuno Pino Custódio

Designer de cena: Estação Teatral

Actores: Tiago Poiares e Roberto Querido

Músicos: Alexandre Barata, Dário Cunha e Pedro Rufino

Desenhador e operador de Luz: Pedro Fino

Director de Montagem: Pedro Fino

Designer de comunicação: Hugo Domingues

Fotógrafo: Miguel Proença

Assistente de produção: Francisca Vidal

Director de produção: Alexandre Barata 

__________

25 a 27 de Maio_ Casino Fundanense (6ª e sáb. às 21h30 e dom. ás 17h00)

23 de Junho_Alcaria_21h30

24 de Junho_Valverde_17h30

21 de Julho_Aldeia Nova_21h30

22 de Julho_Capinha_21h30

18 de Agosto_Castelo Branco_22h00

02 de Setembro_Setubal_21h30

08 de Setembro_Festa do Avante_20h00

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INSPEKTOR

5 de Maio 2018_Baixa da Banheira_Fórum José Manuel Figueiredo_21h30

Janeiro 2018

Numa pequena cidade de província da Rússia de Nicolau I, os seus principais representantes, os directores e responsáveis pelas suas instituições, que agem a seu belo prazer, dissociados do interesse comum, surge a notícia de que pode estar já ali presente um inspector geral do reino para averiguar o bom funcionamento da sua edilidade. Notícia que põe todos em movimento, tal a instabilidade e preocupação que cria no ‘status’ há muito estabelecido por um grupo de caciques cujo burgomestre é o seu mais distinto impulsionador.

“Inspektor” é uma obra que nasce de outra (tem como ponto de partida o famoso texto de Nikolai Gógol, “O Inspector”), nesse potencial que a arte tem de desdobramento em novas funções. É, por isso, também, um trabalho de pesquisa da Estação Teatral que não fazendo peças de repertório as pode eventualmente revisitar para lhes buscar ressonâncias e sentidos actualizados pelos contextos específicos das suas abordagens.

A ideia de teatro que esta companhia vem pesquisando, agora na sua 34ª criação, como convive e como explora um texto realista da primeira metade do século XIX? O que há de comum e o que pode ser transposto para o dealbar de um século XXI onde a relação actor/espectador já não é a mesma? 

Liberdade, sociedade, ética, democracia, indivíduo, civilização, corrupção são algumas palavras-chave aqui perscrutadas através das marcas de uma companhia que vem desde sempre defendendo o sentido de uma centralidade da encenação como motor de uma obra teatral. A espacialidade, a narrativa dos corpos em acção no espaço, a relação interdependente ver-fazer, a perspectiva da percepção visual são marcas de uma criação. Numa época em que urge firmar o teatro como arte autónoma e integral e onde os conteúdos temáticos dos textos escritos não bastam por si só. Não bastam, na medida em que urge encontrar sempre um “como fazer” ou, se se preferir, entender que a forma também é o conteúdo e esta urge ser contemporânea – ou o teatro não subsiste senão enquanto uma tradição de uma tradição de uma tradição…

Nuno P. Custódio

Encenação: Nuno Pino Custódio

Dramaturgia (a partir da obra de Nikolai Gógol): Nuno Pino Custódio, em co-criação com Joana Poejo, Pedro Fino, Roberto Querido, Samuel Querido e Tiago Poiares

Espaço Cénico: Pedro Novo

Figurinos: Maria Luiz

Desenho de Luz e Operação: Pedro Fino

Montagem: Pedro Novo e João Freitas

Confecção de Figurinos: Alfaiataria Juvenal

Fotografia: Miguel Proença

Design de Comunicação: Hugo Landeiro Domingues

Direcção de Produção: Alexandre Barata

Co-Produção: Cine Teatro Avenida de Castelo Branco

Interpretação: Joana Poejo, Roberto Querido, Samuel Querido e Tiago Poiares

Classes de Teatro 2017/2018

Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade / Sábados a partir das 10h00

Dezembro 2017

A Estação Teatral tem desenvolvido ao longo dos anos um contacto com público muito heterogéneo na perspectiva de consolidar um relacionamento que passa pela transmissão de princípios metodologicos da sua linguagem. As Classes de Teatro são uma das actividades que a companhia define como fundamentais no contacto com a comunidade a partir da sua vertente de formação onde precisamente se pretende transmitir, cimentar e projectar a metodologia da ESTE – Estação Teatral.

INSCRIÇÕES:  http://esteteatro.com/event/classes-de-teatro-2016-17-2016-10-09-2017-06-29-4/register

INFORMAÇÕES: 963859452 / 963859394 / esteteatro@gmail.com

TERTÚLIA CAMPESINA - MasterClass com Quico Cadaval

TeatroAgosto - 26.08.2017

Agosto 2017

TERTULIA CAMPESINA

MASTERCLASS COM QUICO CADAVAL
Quico Cadaval, é encenador, dramaturgo, actor e contador de histórias.

Nasceu na Galiza em 1960 e foi o impulsionador do movimento de “contacuentos” ali surgido na década de noventa. A sua actividade remonta ao Centro Dramático Galego mas, uma década depois, funda a sua própria companhia, o “Moucho Clerc”. Participou como actor e formador em festivais e eventos organizados em Espanha, Portugal, França, Colômbia, entre muitos outros países. Foi ainda conferencista e contador nos leitorados de galego das universidades de Trier, Varsóvia, Cracóvia, Salamanca, Berlim, Sorbonne-Paris e Nova-Lisboa. Trabalhou em diferentes produções da televisão da Galiza, assim como em curtas e longa-metragens. Continua a trabalhar no audiovisual como actor e guionista. Trata-se neste momento de um dos mais valiosos e inquietantes contadores de histórias do mundo.

Data: 26 de Agosto / 10h00-18h00
Preços:
. 20,00€ (c/ almoço do dia 26, opção de dormida para o dia 27, entrada livre nos espectáculos do Festival)
. 40,00€ (c/ direito a alimentação dos dias 26 e 27, entrada livre nos espectáculos do Festival)
Contactos
esteteatro@gmail.com / 963859394

Teatro Clube de Alpedrinha

Dom_16.07.2017_21h30

Julho 2017

"Há Beira na Revolta” é um espectáculo que reúne três histórias de força, coragem, resistência e resiliência beirã entre o séc. XIX e XX. " A tomada do Carvalhal", que conta a luta do povo do Souto da Casa para evitar que a família Garrett se apropriasse dos seus terrenos; " A história do Zé Manteigas", que nos revela a vida dura dos mineiros da Panasqueira; e "A Rua dos Alves", onde dois criminosos aterrorizavam a vila do Fundão. Três episódios que culminam com a revolta de um povo desgastado com as adversidades impostas por aqueles que constantemente abusam do poder, da violência e do suborno.

A história da humanidade é, desde do seu limiar, uma sucessão de ciclos que se repetem incessantemente. A forma como estes períodos se desenrolam é diversa, mas as motivações humanas mantêm-se as mesmas, independentemente da época e do lugar. Desta maneira, é possível compreendermos melhor a grande história universal através de três pequenas estórias da Cova da Beira. Conhecermo-nos é conhecermos o outro.

 Através deste impulso, a Estação Teatral pretende, uma vez mais, convergir dois propósitos fundamentais para a sua ideia de teatro: o recurso à arte milenar dos contadores de histórias, onde todos os meios se encerram no corpo do actor, em busca de um Teatro Total; e a necessidade de trabalhar com o diverso e rico património cultural da comunidade envolvente.

Direcção Artistica e encenação: Nuno Pino Custódio

Direcção Técnica: Pedro Fino

Produção: Alexandre Barata

Interpretação: Tiago Poiares e Roberto Querido

Teatro de Bolso

A partir de 26 de Abril

Abril 2017

Abraçando a linguagem integral dos contadores de histórias, a Estação Teatral propõe um projecto composto por sete objectos distintos para espaços não convencionais e dirigido a todos os públicos. Os vários objectos artísticos estão divididos em dois pacotes que se complementam, mas que também podem ser apresentados de forma isolada sem perderem a sua pertinência. O primeiro é composto por alguns dos grandes clássicos da literatura ocidental: "Antígona" de Sófocles, "Tartufo" de Molière, " Vida e morte de Bamba" de Lope de Vega e "O Inspector geral" de Nikolai Gógol. O segundo, apesar de nascer de um desdobramento do grupo anterior, compreende um espaço mais dedicado à Beira Interior. "A história de Zé Manteigas" e "A Rua dos Alves" são duas criações originais que derivam, respectivamente de "Tartufo" e d' "O Inspector geral" e às quais se junta "Tomada do Carvalhal, a verdadeira história". Todos os objectos têm a duração aproximada de 10 minutos e encerram em si as ferramentas da prática dos contadores de histórias (oralidade, textualidade, espacialidade e corpo). Dois actores e um tapete. Tiago Poiares e Roberto Querido, dão vida a propostas onde a literatura e o teatro se cruzam de forma plena. Textualidade e espacialidade comprimem-se num espaço mínimo, para projectar acções e personagens que, cabendo na imaginação de quem recepciona, irromperão de imediato a dimensão física e concreta do local da representação. Com uma já considerável experiência profissional e artística, trabalhando com um público escolar ou com o público em geral (também formadores nas Classes de Teatro da companhia, onde transmitem uma metodologia de interpretação e uma "ideia de teatro" que torna decisivamente interdependentes "quem faz" e "quem recepciona"), estes dois actores encontram no espaço não convencional a oportunidade ideal para transpor a essencialidade e contemporaneidade de obras universais ou, num exercício contrário, democratizar objectos mais identificados com uma época já remota, tornando-os acessíveis para a dimensão do "aqui-agora". 

Direcção Artistica: Nuno Pino Custódio / Direcção Técnica: Pedro Fino / Produção: Alexandre Barata / Interpretação: Tiago Poiares e Roberto Querido

DE 26 DE ABRIL A 2 DE MAIO

SOALHEIRA, VALE DE PRAZERES, ORCA, QUINTAS DA TORRE, JANEIRO DE CIMA, BOGAS DE CIMA, TELHADO  E ALCARIA

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Classes de Teatro 2016 / 17

Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade  a partir de 8 de Outubro

Setembro 2016

A Estação Teatral tem desenvolvido ao longo dos anos um contacto com público muito heterogéneo na perspectiva de consolidar um relacionamento que passa pela transmissão de princípios metodologicos da sua linguagem. As Classes de Teatro são uma das actividades que a companhia define como fundamentais no contacto com a comunidade a partir da sua vertente de formação onde precisamente se pretende transmitir, cimentar e projectar a metodologia da ESTE – Estação Teatral.

INSCRIÇÕES:  http://esteteatro.com/event/classes-de-teatro-2016-17-2016-10-09-2017-06-29-4/register

INFORMAÇÕES: 963859452 / 963859394 / esteteatro@gmail.com

BambaVambaWamba

ESPANHA-2018 / Albuquerque-Casa de Cultura Luis Landero_2Mar. / Casar de Cáceres-Nave del Duende_3Mar. / Plasencia-Teatro Alkazar_25Abr.

Julho 2016

“Três actores e um palco vazio. A evocação do mesmo rei, perpassando uma paisagem cultural ibérica pelo mito revisitado de Bamba (Vamba ou Wamba - c. 643-687/688 DC). Mito fundacional, revelador da circunstância humana, ontem como hoje. Um período muito concreto da história política peninsular, onde o teatro, enquanto arte do espectáculo, só pode contribuir para a sua universalidade. É este o desafio da Estação Teatral, quando se busca sempre o compromisso de que uma nova encenação se estabeleça, antes de mais, como um dispositivo que só pode funcionar em conexão directa com o público, no reconhecimento de que o teatro se desdobra num verbo que, na verdade, são dois: ver-fazer. São doze anos de actividade explorando uma linguagem integral que possibilite afirmar esta arte do espectáculo como uma manifestação viva, ante a complexidade e os desafios de um Século XXI que redefine, por exemplo, algo tão híbrido quanto o estatuto do agente e do espectador." (Nuno Pino Custódio

Dramaturgia e Encenação: Nuno Pino Custódio
em co-criação com Pedro da Silva, Roberto Querido e Tiago Poiares
Apoio dramatúrgico: Pedro Miguel Salvado
Espaço e Figurinos: Estação Teatral
Dispositivo cénico: Pedro Novo
Tradução para espanhol: Elisa Bogalheiro e Carla Saquete
Desenho de luz e montagem: Pedro Fino
Produção: Alexandre Barata
Cartaz e design de comunicação: Hugo Landeiro Domingues
Fotografia: Miguel Proença
Actores: Pedro da Silva, Roberto Querido e Tiago Poiares

Terra Sonâmbula

Teatro Municipal de Bragança - 08.04.2017 - 21h30

Março 2016

 “Terra Sonâmbula” é um espectáculo criado a partir do romance de Mia Couto e estreado a 13 de Novembro de 2015 no Fundão, conta com encenaçâo de Nuno Pino Custódio e interpretação de Rosinda Costa e Alexandre Barata como musico.

Em lugar onde a guerra tinha morto até a estrada, um velho e um miúdo que procura os seus pais seguem caminhando, bamboleantes, como se tivesse sido esse o seu único serviço desde que nasceram... Assim começa "Terra Sonâmbula", por aqui seguirá o seu caminho, através da transposição para o teatro desses traços tão marcantes da essência, da forma de comunicação, da singularidade e da poética de Mia Couto. Como fazer valer a força de uma arte do espaço e da presença para que ressoe a profundidade de uma escrita tão singular, tão única e tão bela?

A cumplicidade e identificação com premissas e paradigmas que norteiam uma ideia de teatro hoje, estão na génese do encontro de Nuno Pino Custódio com a actriz Rosinda Costa, com quem partilharam tempo, em Maputo, com o escritor moçambicano, nascendo deste cruzamento a vontade de verter para a espacialidade este tão aclamado romance. Recorrendo a princípios que se identificam com a perspectiva de um Teatro Total, o corpo de uma actriz faz-se ferramenta absoluta na evocação de espaços, tempos, personagens, emoções, acções.

A Estação Teatral, volvida uma década, retorna à utopia de uma diáspora, depois de justamente em 2004 ter-se feito ao caminho e atravessado distâncias atlânticas com a sua primeira peça, "Mãe Preta". 

Texto original: Mia Couto

Dramaturgia e encenação: Nuno Pino Custódio em co-criação com Rosinda Costa, Alexandre Barata e Pedro Fino

Actriz: Rosinda Costa

Música e sonoplastia: Alexandre Barata

Assistência de encenação: Tiago Poiares

Assistência dramatúrgica: Roberto Querido

Espaço e figurinos: Estação Teatral

Desenho de luz e montagem: Pedro Fino

Direcção de produção: Alexandre Barata

Fotografia: Miguel Proença

Video: Luís Batista

Design de comunicação: Hugo Landeiro Domingues

A Entrada do Rei

Donas_17Jun / Abrantes_27Jul / Fundão_ 20Ago / Vale de Prazeres_08Set / Mata da Rainha_15Set / Enxames_16Set / Barroca_23Set

Março 2016

O rei viaja. Madrid, Trujillo, Mérida, Badajoz, Elvas, Estremoz, Évora, Montemor, Almada, Belém e Lisboa. Já todos zombavam desta pretensa travessia, quando se aperceberam que, desta feita, era mesmo intenção consumada. Desde a sua coroação, duas décadas antes, não passara da promessa. Mas agora ei-lo às portas de Lisboa, aguardando a sua triunfal entrada. A antiga capital, outrora centro da civilização ocidental, está ainda atrasada para a sua recepção, está a engalanar-se como nunca, qual amante que tudo joga para seduzir e conquistar. Não é fácil segurar o Senhor do Mundo. Rei de Espanha, de Portugal e dos Algarves daquém e dalém-mar em África, de Nápoles e da Sicília. Filipe de seu nome, como nome de uma dinastia. Filipe o terceiro mas também o segundo. Aquele que se desviou das promessas do pai, e enfraquecera um Portugal outrora jurado como território preservado na sua influência e autonomia. Como será agora, no ano da graça de Nosso Senhor Jesus Cristo de 1619? Há que receber e convencer o Rei, o Rei fará a sua entrada...e é nesta mesma entrada que se faz irromper uma surpreendente história de capa e espada de fazer cortar a respiração!

Texto original: Jacinto Cordeiro
Tradução (para trabalho): Ana Brum
Dramaturgia: Ana Brum e Nuno Pino Custódio
Encenação: Nuno Pino Custódio
Espaço e Figurinos: Ana Brum
Direcção de Produção: Alexandre Barata
Fotografia e vídeo: Luís Batista
Direcção técnica e iluminação: Pedro Fino
Actores: Roberto Querido e Tiago Poiares

CLASSES DE TEATRO

2015/16

Outubro 2015
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As Classes de Teatro é um projecto educativo da ESTE – Estação Teatral que desde 2008 tem trabalhado, na área do teatro, com centenas de jovens do concelho do Fundão. Estando estreitamente ligada aos projectos dramatúrgicos da companhia, transpondo clássicos da literatura universal para a realidade da região, as Classes de Teatro são também a possibilidade da companhia continuar a evoluir a sua metodologia de ensino “Máscara” não apenas no que concerne aos conteúdos mas ao modo de transmissão de um sistema. Um dos pontos altos desta actividade prende-se com a apresentação de um espectáculo final no Festival TeatroAgosto, gerando nos grupos de trabalho uma motivação muito forte que promove a coesão a concentração o compromisso e a intensidade das experiências.

As Classes de Teatro da Estação Teatral funciona no Casino Fundanense, todos os sábados entre as 11h00 e as 13h00 durante o ano lectivo 2015/2016. As inscrições podem ser feitas no local ou através do mail esteteatro@gmail.com , dos telefones: 275772499 / 963858384 ou no site: www.esteteatro.com.

Passeio dos Andadores

25 de Julho / 21h00 / Junta de Freguesia do Fundão

Julho 2015

O Passeio dos Andadores apresenta oficialmente ao público a edição do TeatroAgosto – Festival Internacional de Teatro ao Ar Livre – 2015! Trata-se de um percurso Descartarpedestre que procura cerzir campo e cidade, num Fundão menos batido e reconhecido, ao mesmo tempo em que algumas intervenções com actores da Estação Teatral irrompem em locais previamente definidos, numa relação entre o espaço ao ar livre e o teatro: o embrião do próprio Festival.

Será aqui que, criativa e informalmente, se anunciará a programação do festival. Quem são os intervenientes deste ano, quais os espectáculos, animações e eventos que se sublinham, quais os locais, os horários, que curiosidades ou relevâncias terão este ou aquele encontro na programação, eis aqui um pretexto para se associar a um festival internacional que coloca o Fundão no mapa dos mais interessantes festivais de teatro portugueses da actualidade.

                                                                                                                                                                                  

                                                                                                                                                                                    Data: 25 de Julho de 2015

                                                                                                                                                                                    Partida: 21h00 – Junta de Freguesia do Fundão

                                                                                                                                                                                    Grau dificuldade: fácil

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Equipamento: Calçado prático, roupa confortável e lanterna

Preço da inscrições: 6,00€

(A inscrição no Passeio dos Andadores dará direito a um bilhete para um dos espectáculos da programação principal da edição de 2015, para além da ceia no final da caminhada.)

CONTACTOS:

www.esteteatro.com

esteteatro@gmail.com /275722499 /963859394

INSCRIÇÕES

TERRA SONÂMBULA

a partir de Mia Couto

Maio 2015

Em lugar onde a guerra tinha morto até a estrada, um velho e um miúdo que procura os seus pais seguem caminhando, bamboleantes, como se tivesse sido esse o seu único serviço desde que nasceram... Assim começa "Terra Sonâmbula", por aqui seguirá o seu caminho, através da transposição para o teatro desses traços tão marcantes da essência, da forma de comunicação, da singularidade e da poética de Mia Couto. Como fazer valer a força de uma arte do espaço e da presença para que ressoe a profundidade de uma escrita tão singular, tão única é tão bela?
 A cumplicidade e identificação com premissas e paradigmas que norteiam uma ideia de teatro hoje, estão na génese do encontro de Nuno Pino Custódio com a actriz Rosinda Costa (Teatro do Vestido), com quem partilharam tempo, em Maputo, com o escritor moçambicano, nascendo deste cruzamento a vontade de verter para a espacialidade este tão aclamado romance. Recorrendo a princípios que se identificam com a perspectiva de um Teatro Total, o corpo de uma actriz faz-se ferramenta absoluta na evocação de espaços, tempos, personagens, emoções, acções. 

A Estação Teatral, volvida uma década, retorna à utopia de uma diáspora, depois de justamente em 2004 ter-se feito ao caminho e atravessado distâncias atlânticas com a sua primeira peça, "Mãe Preta".

 

Texto original: Mia Couto

Dramaturgia e encenação: Nuno Pino Custódio em co-criação com Rosinda Costa, Alexandre Barata e Pedro Fino

Actriz: Rosinda Costa

Música e sonoplastia: Alexandre Barata

Assistência de encenação: Tiago Poiares

Assistência dramatúrgica: Roberto Querido

Espaço e figurinos: Estação Teatral

Desenho de luz e montagem: Pedro Fino

Direcção de produção: Alexandre Barata

Video: Luís Batista

Fotografia: Miguel Proença

Design de comunicação: Hugo Landeiro Domingues

Espectáculo estreado a 13 de Novembro de 2015 no Audirio dA Moagem (Fundão)

A Entrada do Rei

Itinerância_2015

Maio 2015
A Entrada do Rei, 24ª criação da Estação Teatral em digressão pelo país.
Um espectáculo estreado no Festival de Teatro Classico de Alcantara (Espanha) em Agosto de 2014 e criado a partir do texto de Jacinto Cordeiro, com encenação de Nuno Pino Custódio e interpretação de Tiago Poiares e Roberto Querido..   
                                                                                                                                                                                                                                                        

AGENDA

. 27 de Maio / 21h30 / Cine-Teatro Avenida de Castelo Branco
. 10 de Junho / 21h30 / São Teotónio (Odemira)_ Mostra Internacional de Teatro de Stº André
. 12 de Junho / 21h30 / Santo André_Mostra Internacional de Teatro de Stº André
. 2 de Julho / 21h00 /  Salvaterra do Extremo_ Festival Salva a Terra

. 12 de Julho / 21h00 / Bajouca_Leiria

. 17 de Julho / 22h00 / Grândola
. 21 de Julho / 22h00 /  Amarante (Claustros da Biblioteca)
. 24 de Julho / 22h00 / Castelo Novo_Festival de Música Antiga

. 23 de Agosto / 22h00 / Peroviseu_Salão Polivalente_TeatroAgosto, Festival Internacional de Teatro ao Ar Livre

. 24 de Agosto / 22h00 / Fundão_Moagem_TeatroAgosto, Festival Internacional de Teatro ao Ar Livre

. 27 de Agosto / 22h00 / Ciudad Rodrigo_Sala ESMARCK_18ª Feria de Teatro de Castilla Y Léon

. 31 de Outubro /21h30 / Ponta Delgada_XV JUVEARTE

. 29 de Novembro / 11h00 / Joane_Ciclo de Teatro com Pequeno Almoço

. 04 de Dezembro / 21h30 / Aldeia de Santa Margarida (Idanha-a-Nova)

. 13 de Dezembro / 16h00 / Vouzela

Classes de Teatro

inscrições

Outubro 2014

Estão abertas as inscrições para as Classes de Teatro 2014/15.
As aulas decorrem a partir de 18 de Outubro todos os Sábados das 10h00 às 13h00 na Academia de Música e Dança do Fundão

Junta-te a nós.
Vamos Fazer um Espectáculo.

Ficha de inscrição

10 ANOS

Estava eu tão sossegada

Outubro 2014

A ESTE – Estação Teatral da Beira Interior comemora no próximo dia 11 de Outubro, 10 anos de actividade com a estreia do espectáculo “Estava eu tão sossegada” e a abertura de uma exposição comemorativa. Estas actividades terão como palco a Moagem no Fundão mas o programa de comemorações prolonga-se até dia 7 de Dezembro com a apresentação dos espectáculos “Cozinheiros (versão CdA)” e “A entrada do Rei” por várias localidades do concelho.

ESTAVA EU TÃO SOSSEGADA

11 de OUT. 21h30 / Moagem
12 de OUT. 17h00 / Moagem
10 ANOS: UM ESPECTÁCULO

11 a 31 de OUT. / Moagem
10 ANOS: UMA EXPOSIÇÃO

19 de OUT. 16h00 / Souto da Casa
A ENTRADA DO REI

26 de OUT. 16h00 / Aldeia de Joanes
A ENTRADA DO REI

02 de NOV. 16h00 / Enxabarda
A ENTRADA DO REI

09 de NOV. 16h00 / Alcongosta
COZINHEIROS (VERSÃO CDA)

16 de NOV. 16h00 / Salgueiro
COZINHEIROS (VERSÃO CDA)

23 de NOV. 16h00 / Valverde
COZINHEIROS (VERSÃO CDA)

30 de NOV. 23h00 / Fundão - Praça do Município
A ENTRADA DO REI

06 de DEZ. 21h00 / Moagem
07 de DEZ. 17h00 / Moagem

A ENTRADA DO R