TeatroAgosto 2018

ESTE - Estação Teatral

Teatro de Bolso - A verdadeira história da Tomada do Carvalhal

Julho 2018

26.08 (dom.) / 18h00 / Lg. da Igreja

ESTE - Estação Teatral

Teatro de Bolso - A verdadeira história da Tomada do Carvalhal

M/6 - Dur: 20m (aprox.)

Recorrendo à arte milenar dos contadores de histórias e tendo como ponto de partida o espectáculo “A verdadeira história da tomada do Carvalhal” (estreado em 2007) reescreve-se uma outra forma de evocar uma das mais belas revoluções em território português. Através da vertente do actor-criador nasce, assim, uma nova oportunidade para se gritar: “De quem é o Carvalhal?”.


Interpretação: Roberto Querido e Tiago Poiares

BomboAgosto

Encontro de Grupos Tradicionais de Bombos

Julho 2018

26.08 (dom.) / 16h30 / Ruas da Cidade - Lg. da Igreja

BOMBOAgosto

A prática do toque e da construção do Bombo no concelho do Fundão é de tradição secular, perdendo-se no tempo a época em que começou.
De uma forma geral é convencionado as invasões francesas, como tendo sido estas a deixar nesta região a utilização do bombo que com a caixa e o flautim marcavam o ritmo marcial das tropas francesas. Este agrupamento musical ainda hoje é utilizado em certos rituais no concelho do Fundão, como a romaria a Santa Luzia, considerada
por muitos autores uma das maiores da Beira-Baixa no século XX. O que é certo é que não havia festa nem romaria que se fizesse, sem a presença do tão tradicional grupo de bombos.
BomboAgosto é o titulo do encontro de bombos tradicionais realizado no âmbito do FestivalTeatroAgosto que reúne, por uma tarde, alguns dos mais emblemáticos grupos do concelho do Fundão que irão encher com o seu toque as ruas da cidade, com vários pontos de partida, e chegada ao Largo da Igreja onde, todos juntos, tocarão a Moda dos Bombos.


Com os Grupos de Bombos de:
Alpedrinha | Castelejo | “Corre Adegas” – Freixial | Lavacolhos | Silvares | Souto da Casa

Classes de Teatro da Estação Teatral

Chiquinho

Julho 2018

17.08 (6ªf.) / 22h00

MOAGEM

Classes de Teatro da ESTAÇÃO TEATRAL

Chiquinho

m/6 anos - dur: 30m

A Estação Teatral tem procurado sempre, desde a sua fundação, uma estreita relação de cumplicidade com a região onde está inserida. Este trabalho tem sido desenvolvido, ininterruptamente, com recurso a uma linguagem própria e a valores éticos e estéticos que buscam a essência, a pertinência e a urgência de um Teatro que se quer, não só para a comunidade mas também com a comunidade. As Classes de Teatro da Este assumem-se, inequivocamente, como uma expressão dessa premissa e têm proporcionado um espaço de exploração e partilha entre crianças, adolescentes e adultos através dessa mesma linguagem. Este ano, o impulso para este encontro foi o romance “Chiquinho”, de Baltasar Lopes.

“Chiquinho” retrata a realidade de Cabo Verde nos anos 30 e a busca de um povo pela sua própria identidade. É uma denúncia à forma como a população foi deixada ao abandono e à fome pela administração portuguesa, enquanto a seca lhes roubava o sustento. No entanto, é uma declaração de esperança, sonho e saudade. Não podendo alimentar o corpo, as pessoas alimentavam os sonhos. O mar surge sempre como a única fuga possível. Chegar à América, ser marinheiro, ser baleeiro, ou, simplesmente, ser apenas outro. Um outro que aquele pedaço de terra, rodeado de água, não permitia existir.

Texto inspirado em “Chiquinho” de Baltasar Lopes

Direcção Artística: Nuno Pino Custódio

Coordenação pedagógica: Roberto Querido e Tiago Poiares

Desenho de Luz: Pedro Fino

Com: Adriana Verissimo, Camila Crocker, Eduardo Pereira, Elsa Bernardo, Eva Dionisio, Eva Trindade, Francisco Barata, Inês Bento, Joana Agostinho, Joana Martins, Luis Batista, Maria João Pacheco, Margarida Mouzelo, Mariana Antunes, Neli Pereira, Paula Henriques, Pedro Sales, Pedro Veiga, Pilar Cardoso, Rafael Mascarenhas, Rejane Marback, Rita Pacheco, Rute Dionisio, Tânia Costa, Tiago Mascarenhas.

Companhia da Chanca

Sitio

Julho 2018

18.08 (6ªf.) / 22h00 / Alcaide - Lg. S.Francisco

Teatro da Chanca (Pt.)

Sitio

M/6 anos – dur. 50m

      V Ciclo de Teatro e Animação na Rua

Um casal de idosos que vive numa aldeia no interior de Portugal recebe um postal anunciando o nascimento do seu neto. Os dois decidem juntar numa encomenda algumas prendas para enviar para o neto que está no estrangeiro e partem numa longa caminhada. Com o embrulho debaixo do braço e uma doce fúria de viver, eles vão experimentar uma série de pequenas e ternas aventuras, partilhar memórias e até apagar um incêndio. No final da epopeia, conseguem chegar… à estação de correios da vila mais próxima!

“O Sitío” apresenta-se como um espelho da vida de alguns no interior desertificado, envelhecido e isolado, apresenta-se na forma de poema-espetáculo e convida idosos, crianças, jovens e população ativa a refletir sobre o problema da desertificação humana.

Criação e Interpretação: André Louro e Catarina Santana

Máscaras e Espaço Cénico: António Jorge

Figurinos: Maria Ribeiro

Apoio Artístico: Silvia Brito e Caroline Bergeron

Desenho de Luz e Direcção Técnica: Mafalda Oliveira

Filipe Crawford

A Ultima Noite do Capitão

Julho 2018

18.08(sáb.) / 22h00 / Moagem

Filipe Crawford (Pt.)

A Ultima Noite do Capitão

M/12 anos – dUR.70m

        

Tragicommedia dell'arte, adaptação livre de "Le Bravure de Capitano Spavento" (1619) do cómico Francesco Andreini (1548-1624). Este monólogo relata a vida de Francesco Andreini, cómico dell'arte, afastado das tábuas do palco e nostálgico dos anos de glória da comédia italiana dos finais do sec. XVI. Uma carta que escreve ao seu antigo mecenas é a chave que abre o álbum de recordações dos sucessos obtidos há mais de 400 anos. Num estilo muito próximo do "Canto do Cisne" de Tchecov, e do "El Canto de la Rana" de Sinisterra, de carácter histórico, mas, neste caso, passada nos inícios do sec. XVII em Itália, utilizando as máscaras de couro da Commedia e salvando do esquecimento monólogos exultantes e barrocos ditos pelo Capitão, recopiados do texto original de 1619 "Le Bravure di Capitano Spavento" criando deste modo uma adaptação de um dos livros mais sugestivos da Commedia dell'arte, livro que foi motivo de inspiração, plágio e veneração, entre os comediantes desde 1600 até hoje. A encenação é austera, sem recurso à música ou a efeitos de luz, transitando entre a tragédia e a comédia, entre a alegoria e a crua realidade, num registo de teatro intimista onde sobressai o relato pungente de Andreini, e a fantasia do Capitão, personagem que, segundo Julio Vélez-Sainz, seria o gérmen inspirador de Don Quixote de Cervantes.

Autor: Felipe Cabezas

Criação e Interpretação: Filipe Crawford

ESTE - Estação Teatral

Há Beira na Revolta

Julho 2018

18.08 (dom.) / 22H00 / Monte do Indio - Castelo Branco

ESTE – ESTAÇÃO TEATRAL (Pt.)

Há Beira na Revolta

M/12 anos – dur.75m

 V Ciclo de Teatro e Animação na Rua

"Há Beira na Revolta!” é um espectáculo que reúne várias histórias numa Beira Interior situada entre o século XIX e os meados do século XX. Histórias de força, coragem e resistência de um povo cuja insularidade nem sequer está demarcada pela fronteira visual entre o mar e o nada. Longe dos poderes centrais mas sob o jugo de toda a sorte de cacicagem, nesse tal “e o resto é paisagem, mas pagai a portagem”, ali mesmo por entre serras, covas, pedras e mais penhascos, que alma é esta que se ergue, que se levanta, que ecoa, que se avista pelo céu infinito qual nuvem em nome da dignidade humana? Histórias com (panto)mineiros e capatazes, soldados napoleónicos e guerrilheiros por instinto, gente que amanha a terra ou a vê amanhar, ladrões, guardas e juizes ou juízes, guardas e ladrões, pastores e regedores, ovelhas, cães e assobios, inquisidores e gente sem paciência, silvos, silvas e gente boa sem nome, outra com apelido mas sem eira nem beira... E tudo regado a vinho, a tiros, a desmandos, a desmaios, a perseguições, a quedas, a bordoadas, a pedradas, a palavrões, a punhos erguidos, a gengivas arregaladas, a órbitas a explodir, a canções, a suspiros, a vontades, a respiros e a corações. Sim, talvez só MESMO tudo a corações.

Dramaturgo e encenador: Nuno Pino Custódio

Designer de cena: Estação Teatral

Actores: Tiago Poiares e Roberto Querido

Músicos: Alexandre Barata, Dário Cunha e Pedro Rufino

Desenhador e operador de Luz: Pedro Fino

MasterClass "Teatro Visual"

John Mowat

Julho 2018

23 a 25 de Agosto / MOAGEM

MASTER CLASS, “Teatro Visual”

Dir: John Mowat

Os workshops de John Mowat são pensados para estudar e explorar o teatro e actuar com ênfase na componente física e visual. Oferece também uma grande oportunidade para examinar os vários processos de criação, interpretação e adaptação dentro do atual teatro moderno. Com jogos, exercícios e improvisações estimulamos a brincar e a inventar, começando por uma análise completa do movimento para descobrir ou redescobrir os nossos corpos, o espaço que ocupamos, os objetos que usamos e os sons que produzimos. Continuamos longe da linguagem, na fase inicial, para nos concentrarmos em construir a nossa consciência física e visual. Estudamos as habilidades e utilizamos técnicas da mímica moderna. Trabalhamos com a máscara neutra e máscaras de commedia dell'arte, e fazemos as nossas próprias máscaras, explorando os personagens que eles produzem. O trabalho da personagem desempenha um papel importante em todas as fases. Lentamente, introduzimos a linguagem para integrar o visual com a palavra falada. Em seguida, investigamos vários textos e examinamos diferentes abordagens físicas. Por fim, consolidamos todo o trabalho, concentrando um projeto que assumirá a forma de um processo de direção, planeamento e ensaio.

Palavra Z

Contos Partidos de Amor

Julho 2018

26.08 (dom.) / 22h00 / Moagem

Palavra Z Produções (Br.)

Contos partidos de amor

M/6 - Dur: 60m

Inspirado na obra do escritor Machado de Assis (1839-1908), “Contos Partidos de Amor”, novo musical infanto-juvenil da diretora Duda Maia, aborda os temas de amor de ciúme, de forma poética e bem-humorada. Trata-se de criar um jogo de cena que se aproxime de afetos que estão presentes no dia a dia das crianças e adultos.


“A expansividade comunicativa do espetáculo não se faz somente a partir da força da palavra, mas também com as falas corporais, amplificando intenções, reforçando dessa forma o peso das sentenças e exprimindo os não ditos. Corpos pulsantes, vitais, complexos, partículas individuais, que juntas formam uma organicidade narrativa coesa. A linguagem corporal é uma marca potente em qualquer trabalho que leve a assinatura de Duda Maia, e em “Contos Partidos de Amor” não é diferente, permeando sentimentalidades pela ambientação, num conceito mais amplo que integra harmoniosamente os diversos elementos teatrais(cenografia, iluminação, figurinos e música).”

Renato Mello (Botequim Cultural)


Baseado na obra de Machado de Assis
Texto: Eduardo Rios
Direção e roteiro: Duda Maia
Interpretação: Diego de Abreu, Isadora Medella, Luciana Balby e Tiago Herz
Direção Musical: Ricco Viana
Figurinos: Kika Lopes
Cenografia: Diogo Monteiro
Desenho de Luz: Renato Machado
Direção de Produção: Bruno Mariozz
Produção: Palavra Z: Produções Culturais
Idealização: Camaleão: Produções Culturais

Companhia Albadulake

Las Expertas

Julho 2018

25.08 (sáb.) / 22h00 / Moagem

Companhia Albadulake (Esp.)

Las Expertas

M/6 - Dur: 50m

Quatro jovens são escolhidos para participar de um casting feroz, dirigido por um programa informático no qual se procura um estereótipo de uma mulher específica: um modelo social que utiliza a imagem da mulher de forma mercantilista e banal. Forçam-nas a competir, motivando o pior do seu caráter para se tornarem famosas... O que
se espera delas, o que pedem para elas fazer, não tem nada a ver com o que elas realmente são. Elas percebem que podem enganar e, de fato, enganam o programa. Nesse momento, elas decidem fazer o que sabem fazer, e fazem destacar toda a coragem, força, autoconfiança, concentração e técnica do que são: especialistas circenses experientes.
Las Expertas (As Especialistas) é um espectáculo de mulheres, de imensas mulheres que dominam na perfeição as técnicas de circo, como equilíbrio, elementos de acrobacia aérea, malabarismo, arcos, magia, dança, acrobacia, humor ... e ainda por cima são actrizes.
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Companhia Albadulake surgiu em 2001, como uma necessidade de expressão, para desenvolver uma visão de um espetáculo aberto, sem texto, dinâmico, onde o movimento, a música e a brincadeira são os protagonistas. O virtuosismo cénico das diferentes disciplinas artísticas que dominam, possibilita uma fusão de teatro, circo e música. O seu trabalho já foi apresentado e reconhecido em Espanha, Portugal, Argentina, Reino Unido, Escócia, Suíça, Alemanha, Hungria, Itália, Roménia, França, Bélgica, Colombia, Canadá e China.


. Melhor Espetáculo de Teatro de Rua na 18ª edição da Feira de Teatro de Castilla y León.

Ideia original e direcção: Juan Antonio Moreno Fernández e Ángeles Vázquez Ortega

Interpretação: María Mateo, Sandra Carrasco, Ana Esteban e Susana Dito

Direcção de actores: Charo Feria

Coreografia: Ángeles Vázquez e Sergio Ochando

Figurinos: Ángeles Vázquez

Cenografia: Juan Antonio Moreno Fernández

Música e arranjos: Ángeles Vázquez e Luis Cotallo

Técnico: Rubén Camacho e David

Godot

Lullaby

Julho 2018

24.08 (sex.) / 22h00 / Moagem

Godot (Pt.)

Lullaby

p/todos - dur.45m

LULLABY é um espetáculo dinâmico com a participação direta do público, numa performance cómica e provocadora que abre espaço ao jogo de improviso entre um palhaço transgressor e o espectador. Nesta aventura, partimos todos em busca do riso, da cumplicidade e da emoção, embarcando num ambiente poético, alimentado
pela música ao vivo, rumo a um novo mundo de brincar.
-
Melhor Espetáculo de Rua 2017 Feria de Teatro de Castilla y León-Ciudad Rodrigo Ciudad Rodrigo, Espanha

Criação e Interpretação: Rui Paixão

Música e Sonoplastia: Carlos Reis

ESTE - Estação Teatral

Inspektor

Julho 2018

23.08 (qui.) / 22H00 / Moagem

ESTE – Estação Teatral (Pt.)

INSPEKTOR

M/12 anos-dur.50m

Numa pequena cidade de província da Rússia de Nicolau I, os seus principais representantes, os directores e responsáveis pelas suas instituições, que agem a seu belo prazer, dissociados do interesse comum, surge a notícia de que pode estar já ali presente um inspector geral do reino para averiguar o bom funcionamento da sua edilidade. Notícia que põe todos em movimento, tal a instabilidade e preocupação que cria no ‘status’ há muito estabelecido por um grupo de caciques cujo burgomestre é o seu mais distinto impulsionador.

“Inspektor” é uma obra que nasce de outra (tem como ponto de partida o famoso texto de Nikolai Gógol, “O Inspector”), nesse potencial que a arte tem de desdobramento em novas funções. É, por isso, também, um trabalho de pesquisa da Estação Teatral que não fazendo peças de repertório as pode eventualmente revisitar para lhes buscar ressonâncias e sentidos actualizados pelos contextos específicos das suas abordagens.

Encenação: Nuno Pino Custódio

Dramaturgia (a partir da obra de Nikolai Gógol): Nuno Pino Custódio, em co-criação com Joana Poejo, Pedro Fino, Roberto Querido, Samuel Querido e Tiago Poiares

Espaço Cénico: Pedro Novo

Figurinos: Maria Luiz

Desenho de Luz e Operação: Pedro Fino

Co-Produção: Cine Teatro Avenida de Castelo Branco

Interpretação: Joana Poejo, Roberto Querido, Samuel Querido e Tiago Poiares

John Mowat

Tentativa e Erro

Julho 2018

22.08 (qua.) / 22h00 / Moagem

John Mowat (Gb.)

Tentativa & Erro

M/12-dur.60m

Nesta performance/demonstração hilariante, John Mowat vai mostrar algumas das suas formas de criar teatro e de actuar…"O meu trabalho baseia-se na criação de um ambiente onde se pode cair de cara no chão, levantar-se e rir sobre isso. Onde se brinca, se explora, e experimenta, se fazem descobertas e se parte em aventuras. Eu ofereço conhecimento através da experiência."

John Mowat nasceu e foi criado em Londres onde ainda vive ocasionalmente. A sua carreira no Teatro começou em 1980 quando fez o seu primeiro espectáculo a solo. Como performer, encenador e criador de Teatro, o seu estilo de comédia altamente visual passou por mais de 50 países de todo o mundo.

Interpretação: John Mowat

Beira Brass Band

Musica

Julho 2018

21.08 (ter.) / 22h00 / Moagem

Beira Brass Band (Pt.)

Musica

Os Beira Brass Band são uma fanfarra que se tem vindo a afirmar e a ganhar o seu espaço num plano ainda regional, mas que ambiciona num curto espaço de tempo ganhar visibilidade a nível nacional e internacional. Liderada pelo saxofonista, compositor e arranjador Fundanense João Roxo apresenta um reportório bastante eclético que vai desde a música latina, ao Funk passando ainda pelo Hip Hop, Rock ou a música Pop, com arranjos arrojados de clássicos como Thunderstruck dos AC/DC ou Low Rider dos War, fazendo também parte do seu reportório alguns temas originais.


Clarinete: Luis Melo
Sax Soprano: Cláudio Pereira
Sax Alto: Keir Gonçalves
Sax Alto: Rui Pereira
Trompete: Mauro Horta
Trompete: António Augusto
Trompete: Emanuel Barroca
Trombone: Afonso Quelhas
Barítono: João Roxo
Caixa: Gonçalo Alves
Bombo: João Semedo

 

Marmore Producciones

Juba, el niño calvo

Julho 2018

18.08(sáb.) / 22h00 / Souto da Casa - Quintal

19.08(dom.) / 22h00 / Silvares - StªLuzia

Marmore Producciones (Es.)

“Juba, El Niño Calvo”

V Ciclo de Teatro e Animação na Rua 

Poesia e comédia, reflexão e loucura, sonhos e desespero ... O mundo de Juba apresenta uma realidade paralela onde tudo não é o que parece. Este personagem de desenho animado, tão real como a própria vida oferece-nos um espetáculo de circo-teatro interativo divertido onde com habilidades malabaristas, destreza física e humor com amor fazem deste espectáculo um encontro de prazer total para todos os públicos.
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Javier Rosado é artista Pacense, da Extremadura. Formação de três anos em arte dramática na Extremadura e Licenciado pela Escuela de Circo Carampa y Charivari em Madrid, e pela Escuela de Circo y Variedades de Moscovo. Na Dinamarca estudou Técnicas de Actuação com Odin Teatret. Trabalhou em Companhias como Teatrapo, Karlig-Danza y Arán Dramática e em produções para o Festival de Teatro Clássico de Mérida, entre outros.

Interpretação: Javier Rosado
Técnico: Koke Rodriguez