Pax Romana

4ª Criação

Um pelotão de legionários romanos recupera das suas mazelas, depois de uma refrega com o inimigo. O retomar da ordem unida, os exercícios e os treinos voltam assim à ordem do dia, que é o que todos fazem quando se alcança um período de acalmia.
A harmonia imposta pelo sentido militar é contudo um pau de dois bicos, quando não existe realmente uma voz superior que estabeleça a ordem. Sobretudo, quando tudo depende de três legionários tão diferentes um dos outros que nem a indumentária o consegue disfarçar.
Assente em princípios básicos da Commedia dell'Arte, Pax Romana é um divertimento sustentado no rigor do gesto e do movimento, onde o trabalho do actor se torna o centro de toda a criação.

Sem barreiras de linguagem, este é um espectáculo sobre o poder e as relações humanas, protagonizado por um punhado de criaturas que, tal como os da sua espécie, se armam de escudos e lanças, embora não saibam realmente quem são nem ao que andam.

Dramaturgia e encenação: Nuno Pino Custódio
Música: Fernando Mota
Espaço Cénico: ESTE
Figurinos: Marta Carreiras /ESTE
Equipamento bélico: Nuno Elias (Aprendiz de Feiticeiro)
Desenho de luz: César Fortes e Pedro Fino
Assistência de encenação: Pedro Leitão
Apoio à linguagem verbal: Sandra Horta
Costureira: Lurdes Fortunato Silva
Fotografia: António Supico
Direcção de produção: Alexandre Barata
Produção Executiva: Sandra Horta, Regina Barata, Francisca Vidal

Interpretação: Alexandre Barata, Pedro Diogo e Sérgio Fernandes


Espectáculo estreado a 4 de Maio de 2006 no Auditório da Escola Secundária do Fundão