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Classes de Teatro_2018/19

17-09-2018 11:43:00   In Últimas  

“Classes de teatro” é um espaço de formação externo, que a companhia entende como preenchendo efectivamente o domínio do DESENVOLVIMENTO DE PÚBLICOS, uma vez que daqui se tem fomentado uma verdadeira ESCOLA DO ESPECTADOR ao mesmo tempo em que se reforçam os laços de partilha e cumplicidade com as gentes da sua comunidade. O que abrange não só os alunos mas famílias, amigos e colegas.

Apesar da transmissão de uma METODOLOGIA NO CAMPO DA FORMAÇÃO DO ACTOR se constituir como o objecto principal, todos os sábados no período da manhã, a relação com uma turma heterogénea, que vai dos 6 anos de idade até à fase idosa, a correcta abordagem de um mesmo conteúdo para contextos intelectuais, culturais e até sociais diversos, é uma constante aprendizagem para uma companhia que tem em consideração a noção de “públicos” mas cria objectos que os possam de forma equilibrada englobar a todos. 

Já no final do ano lectivo, estes dois pedaços unem-se finalmente, por via da fusão das turmas, criando-se uma pequena peça, ainda não muito finalizada, que encerra o ciclo desse ano das Classes de Teatro. A apresentação ocorre no auditório d’A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes. Este espectáculo é apresentado ao público, essencialmente às famílias, amigos e colegas dos participantes. E é já em período de férias, em finais de Agosto, com os elementos das Classes que se disponibilizaram para concluir este ciclo, que durante quinze dias de ensaios se fecha um objecto. Desde 2015, este trabalho tem feito as aberturas do TeatroAgosto.

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ESTE - Estação Teatral

26-07-2018 21:29:59   In TeatroAgosto 2018  

26.08 (dom.) / 18h00 / Lg. da Igreja

ESTE - Estação Teatral

Teatro de Bolso - A verdadeira história da Tomada do Carvalhal

M/6 - Dur: 20m (aprox.)

Recorrendo à arte milenar dos contadores de histórias e tendo como ponto de partida o espectáculo “A verdadeira história da tomada do Carvalhal” (estreado em 2007) reescreve-se uma outra forma de evocar uma das mais belas revoluções em território português. Através da vertente do actor-criador nasce, assim, uma nova oportunidade para se gritar: “De quem é o Carvalhal?”.


Interpretação: Roberto Querido e Tiago Poiares

BomboAgosto

26-07-2018 21:23:42   In TeatroAgosto 2018  

26.08 (dom.) / 16h30 / Ruas da Cidade - Lg. da Igreja

BOMBOAgosto

A prática do toque e da construção do Bombo no concelho do Fundão é de tradição secular, perdendo-se no tempo a época em que começou.
De uma forma geral é convencionado as invasões francesas, como tendo sido estas a deixar nesta região a utilização do bombo que com a caixa e o flautim marcavam o ritmo marcial das tropas francesas. Este agrupamento musical ainda hoje é utilizado em certos rituais no concelho do Fundão, como a romaria a Santa Luzia, considerada
por muitos autores uma das maiores da Beira-Baixa no século XX. O que é certo é que não havia festa nem romaria que se fizesse, sem a presença do tão tradicional grupo de bombos.
BomboAgosto é o titulo do encontro de bombos tradicionais realizado no âmbito do FestivalTeatroAgosto que reúne, por uma tarde, alguns dos mais emblemáticos grupos do concelho do Fundão que irão encher com o seu toque as ruas da cidade, com vários pontos de partida, e chegada ao Largo da Igreja onde, todos juntos, tocarão a Moda dos Bombos.


Com os Grupos de Bombos de:
Alpedrinha | Castelejo | “Corre Adegas” – Freixial | Lavacolhos | Silvares | Souto da Casa

Classes de Teatro da Estação Teatral

26-07-2018 14:03:10   In TeatroAgosto 2018  

17.08 (6ªf.) / 22h00

MOAGEM

Classes de Teatro da ESTAÇÃO TEATRAL

Chiquinho

m/6 anos - dur: 30m

A Estação Teatral tem procurado sempre, desde a sua fundação, uma estreita relação de cumplicidade com a região onde está inserida. Este trabalho tem sido desenvolvido, ininterruptamente, com recurso a uma linguagem própria e a valores éticos e estéticos que buscam a essência, a pertinência e a urgência de um Teatro que se quer, não só para a comunidade mas também com a comunidade. As Classes de Teatro da Este assumem-se, inequivocamente, como uma expressão dessa premissa e têm proporcionado um espaço de exploração e partilha entre crianças, adolescentes e adultos através dessa mesma linguagem. Este ano, o impulso para este encontro foi o romance “Chiquinho”, de Baltasar Lopes.

“Chiquinho” retrata a realidade de Cabo Verde nos anos 30 e a busca de um povo pela sua própria identidade. É uma denúncia à forma como a população foi deixada ao abandono e à fome pela administração portuguesa, enquanto a seca lhes roubava o sustento. No entanto, é uma declaração de esperança, sonho e saudade. Não podendo alimentar o corpo, as pessoas alimentavam os sonhos. O mar surge sempre como a única fuga possível. Chegar à América, ser marinheiro, ser baleeiro, ou, simplesmente, ser apenas outro. Um outro que aquele pedaço de terra, rodeado de água, não permitia existir.

Texto inspirado em “Chiquinho” de Baltasar Lopes

Direcção Artística: Nuno Pino Custódio

Coordenação pedagógica: Roberto Querido e Tiago Poiares

Desenho de Luz: Pedro Fino

Com: Adriana Verissimo, Camila Crocker, Eduardo Pereira, Elsa Bernardo, Eva Dionisio, Eva Trindade, Francisco Barata, Inês Bento, Joana Agostinho, Joana Martins, Luis Batista, Maria João Pacheco, Margarida Mouzelo, Mariana Antunes, Neli Pereira, Paula Henriques, Pedro Sales, Pedro Veiga, Pilar Cardoso, Rafael Mascarenhas, Rejane Marback, Rita Pacheco, Rute Dionisio, Tânia Costa, Tiago Mascarenhas.

Companhia da Chanca

26-07-2018 14:02:32   In TeatroAgosto 2018  

18.08 (6ªf.) / 22h00 / Alcaide - Lg. S.Francisco

Teatro da Chanca (Pt.)

Sitio

M/6 anos – dur. 50m

      V Ciclo de Teatro e Animação na Rua

Um casal de idosos que vive numa aldeia no interior de Portugal recebe um postal anunciando o nascimento do seu neto. Os dois decidem juntar numa encomenda algumas prendas para enviar para o neto que está no estrangeiro e partem numa longa caminhada. Com o embrulho debaixo do braço e uma doce fúria de viver, eles vão experimentar uma série de pequenas e ternas aventuras, partilhar memórias e até apagar um incêndio. No final da epopeia, conseguem chegar… à estação de correios da vila mais próxima!

“O Sitío” apresenta-se como um espelho da vida de alguns no interior desertificado, envelhecido e isolado, apresenta-se na forma de poema-espetáculo e convida idosos, crianças, jovens e população ativa a refletir sobre o problema da desertificação humana.

Criação e Interpretação: André Louro e Catarina Santana

Máscaras e Espaço Cénico: António Jorge

Figurinos: Maria Ribeiro

Apoio Artístico: Silvia Brito e Caroline Bergeron

Desenho de Luz e Direcção Técnica: Mafalda Oliveira

Filipe Crawford

26-07-2018 14:01:43   In TeatroAgosto 2018  

18.08(sáb.) / 22h00 / Moagem

Filipe Crawford (Pt.)

A Ultima Noite do Capitão

M/12 anos – dUR.70m

        

Tragicommedia dell'arte, adaptação livre de "Le Bravure de Capitano Spavento" (1619) do cómico Francesco Andreini (1548-1624). Este monólogo relata a vida de Francesco Andreini, cómico dell'arte, afastado das tábuas do palco e nostálgico dos anos de glória da comédia italiana dos finais do sec. XVI. Uma carta que escreve ao seu antigo mecenas é a chave que abre o álbum de recordações dos sucessos obtidos há mais de 400 anos. Num estilo muito próximo do "Canto do Cisne" de Tchecov, e do "El Canto de la Rana" de Sinisterra, de carácter histórico, mas, neste caso, passada nos inícios do sec. XVII em Itália, utilizando as máscaras de couro da Commedia e salvando do esquecimento monólogos exultantes e barrocos ditos pelo Capitão, recopiados do texto original de 1619 "Le Bravure di Capitano Spavento" criando deste modo uma adaptação de um dos livros mais sugestivos da Commedia dell'arte, livro que foi motivo de inspiração, plágio e veneração, entre os comediantes desde 1600 até hoje. A encenação é austera, sem recurso à música ou a efeitos de luz, transitando entre a tragédia e a comédia, entre a alegoria e a crua realidade, num registo de teatro intimista onde sobressai o relato pungente de Andreini, e a fantasia do Capitão, personagem que, segundo Julio Vélez-Sainz, seria o gérmen inspirador de Don Quixote de Cervantes.

Autor: Felipe Cabezas

Criação e Interpretação: Filipe Crawford

ESTE - Estação Teatral

26-07-2018 14:00:42   In TeatroAgosto 2018  

18.08 (dom.) / 22H00 / Monte do Indio - Castelo Branco

ESTE – ESTAÇÃO TEATRAL (Pt.)

Há Beira na Revolta

M/12 anos – dur.75m

 V Ciclo de Teatro e Animação na Rua

"Há Beira na Revolta!” é um espectáculo que reúne várias histórias numa Beira Interior situada entre o século XIX e os meados do século XX. Histórias de força, coragem e resistência de um povo cuja insularidade nem sequer está demarcada pela fronteira visual entre o mar e o nada. Longe dos poderes centrais mas sob o jugo de toda a sorte de cacicagem, nesse tal “e o resto é paisagem, mas pagai a portagem”, ali mesmo por entre serras, covas, pedras e mais penhascos, que alma é esta que se ergue, que se levanta, que ecoa, que se avista pelo céu infinito qual nuvem em nome da dignidade humana? Histórias com (panto)mineiros e capatazes, soldados napoleónicos e guerrilheiros por instinto, gente que amanha a terra ou a vê amanhar, ladrões, guardas e juizes ou juízes, guardas e ladrões, pastores e regedores, ovelhas, cães e assobios, inquisidores e gente sem paciência, silvos, silvas e gente boa sem nome, outra com apelido mas sem eira nem beira... E tudo regado a vinho, a tiros, a desmandos, a desmaios, a perseguições, a quedas, a bordoadas, a pedradas, a palavrões, a punhos erguidos, a gengivas arregaladas, a órbitas a explodir, a canções, a suspiros, a vontades, a respiros e a corações. Sim, talvez só MESMO tudo a corações.

Dramaturgo e encenador: Nuno Pino Custódio

Designer de cena: Estação Teatral

Actores: Tiago Poiares e Roberto Querido

Músicos: Alexandre Barata, Dário Cunha e Pedro Rufino

Desenhador e operador de Luz: Pedro Fino

MasterClass "Teatro Visual"

26-07-2018 12:23:57   In TeatroAgosto 2018  

23 a 25 de Agosto / MOAGEM

MASTER CLASS, “Teatro Visual”

Dir: John Mowat

Os workshops de John Mowat são pensados para estudar e explorar o teatro e actuar com ênfase na componente física e visual. Oferece também uma grande oportunidade para examinar os vários processos de criação, interpretação e adaptação dentro do atual teatro moderno. Com jogos, exercícios e improvisações estimulamos a brincar e a inventar, começando por uma análise completa do movimento para descobrir ou redescobrir os nossos corpos, o espaço que ocupamos, os objetos que usamos e os sons que produzimos. Continuamos longe da linguagem, na fase inicial, para nos concentrarmos em construir a nossa consciência física e visual. Estudamos as habilidades e utilizamos técnicas da mímica moderna. Trabalhamos com a máscara neutra e máscaras de commedia dell'arte, e fazemos as nossas próprias máscaras, explorando os personagens que eles produzem. O trabalho da personagem desempenha um papel importante em todas as fases. Lentamente, introduzimos a linguagem para integrar o visual com a palavra falada. Em seguida, investigamos vários textos e examinamos diferentes abordagens físicas. Por fim, consolidamos todo o trabalho, concentrando um projeto que assumirá a forma de um processo de direção, planeamento e ensaio.

Palavra Z

26-07-2018 12:19:36   In TeatroAgosto 2018  

26.08 (dom.) / 22h00 / Moagem

Palavra Z Produções (Br.)

Contos partidos de amor

M/6 - Dur: 60m

Inspirado na obra do escritor Machado de Assis (1839-1908), “Contos Partidos de Amor”, novo musical infanto-juvenil da diretora Duda Maia, aborda os temas de amor de ciúme, de forma poética e bem-humorada. Trata-se de criar um jogo de cena que se aproxime de afetos que estão presentes no dia a dia das crianças e adultos.


“A expansividade comunicativa do espetáculo não se faz somente a partir da força da palavra, mas também com as falas corporais, amplificando intenções, reforçando dessa forma o peso das sentenças e exprimindo os não ditos. Corpos pulsantes, vitais, complexos, partículas individuais, que juntas formam uma organicidade narrativa coesa. A linguagem corporal é uma marca potente em qualquer trabalho que leve a assinatura de Duda Maia, e em “Contos Partidos de Amor” não é diferente, permeando sentimentalidades pela ambientação, num conceito mais amplo que integra harmoniosamente os diversos elementos teatrais(cenografia, iluminação, figurinos e música).”

Renato Mello (Botequim Cultural)


Baseado na obra de Machado de Assis
Texto: Eduardo Rios
Direção e roteiro: Duda Maia
Interpretação: Diego de Abreu, Isadora Medella, Luciana Balby e Tiago Herz
Direção Musical: Ricco Viana
Figurinos: Kika Lopes
Cenografia: Diogo Monteiro
Desenho de Luz: Renato Machado
Direção de Produção: Bruno Mariozz
Produção: Palavra Z: Produções Culturais
Idealização: Camaleão: Produções Culturais

Companhia Albadulake

26-07-2018 12:17:57   In TeatroAgosto 2018  

25.08 (sáb.) / 22h00 / Moagem

Companhia Albadulake (Esp.)

Las Expertas

M/6 - Dur: 50m

Quatro jovens são escolhidos para participar de um casting feroz, dirigido por um programa informático no qual se procura um estereótipo de uma mulher específica: um modelo social que utiliza a imagem da mulher de forma mercantilista e banal. Forçam-nas a competir, motivando o pior do seu caráter para se tornarem famosas... O que
se espera delas, o que pedem para elas fazer, não tem nada a ver com o que elas realmente são. Elas percebem que podem enganar e, de fato, enganam o programa. Nesse momento, elas decidem fazer o que sabem fazer, e fazem destacar toda a coragem, força, autoconfiança, concentração e técnica do que são: especialistas circenses experientes.
Las Expertas (As Especialistas) é um espectáculo de mulheres, de imensas mulheres que dominam na perfeição as técnicas de circo, como equilíbrio, elementos de acrobacia aérea, malabarismo, arcos, magia, dança, acrobacia, humor ... e ainda por cima são actrizes.
-
Companhia Albadulake surgiu em 2001, como uma necessidade de expressão, para desenvolver uma visão de um espetáculo aberto, sem texto, dinâmico, onde o movimento, a música e a brincadeira são os protagonistas. O virtuosismo cénico das diferentes disciplinas artísticas que dominam, possibilita uma fusão de teatro, circo e música. O seu trabalho já foi apresentado e reconhecido em Espanha, Portugal, Argentina, Reino Unido, Escócia, Suíça, Alemanha, Hungria, Itália, Roménia, França, Bélgica, Colombia, Canadá e China.


. Melhor Espetáculo de Teatro de Rua na 18ª edição da Feira de Teatro de Castilla y León.

Ideia original e direcção: Juan Antonio Moreno Fernández e Ángeles Vázquez Ortega

Interpretação: María Mateo, Sandra Carrasco, Ana Esteban e Susana Dito

Direcção de actores: Charo Feria

Coreografia: Ángeles Vázquez e Sergio Ochando

Figurinos: Ángeles Vázquez

Cenografia: Juan Antonio Moreno Fernández

Música e arranjos: Ángeles Vázquez e Luis Cotallo

Técnico: Rubén Camacho e David

Godot

26-07-2018 12:15:15   In TeatroAgosto 2018  

24.08 (sex.) / 22h00 / Moagem

Godot (Pt.)

Lullaby

p/todos - dur.45m

LULLABY é um espetáculo dinâmico com a participação direta do público, numa performance cómica e provocadora que abre espaço ao jogo de improviso entre um palhaço transgressor e o espectador. Nesta aventura, partimos todos em busca do riso, da cumplicidade e da emoção, embarcando num ambiente poético, alimentado
pela música ao vivo, rumo a um novo mundo de brincar.
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Melhor Espetáculo de Rua 2017 Feria de Teatro de Castilla y León-Ciudad Rodrigo Ciudad Rodrigo, Espanha

Criação e Interpretação: Rui Paixão

Música e Sonoplastia: Carlos Reis

ESTE - Estação Teatral

26-07-2018 12:13:05   In TeatroAgosto 2018  

23.08 (qui.) / 22H00 / Moagem

ESTE – Estação Teatral (Pt.)

INSPEKTOR

M/12 anos-dur.50m

Numa pequena cidade de província da Rússia de Nicolau I, os seus principais representantes, os directores e responsáveis pelas suas instituições, que agem a seu belo prazer, dissociados do interesse comum, surge a notícia de que pode estar já ali presente um inspector geral do reino para averiguar o bom funcionamento da sua edilidade. Notícia que põe todos em movimento, tal a instabilidade e preocupação que cria no ‘status’ há muito estabelecido por um grupo de caciques cujo burgomestre é o seu mais distinto impulsionador.

“Inspektor” é uma obra que nasce de outra (tem como ponto de partida o famoso texto de Nikolai Gógol, “O Inspector”), nesse potencial que a arte tem de desdobramento em novas funções. É, por isso, também, um trabalho de pesquisa da Estação Teatral que não fazendo peças de repertório as pode eventualmente revisitar para lhes buscar ressonâncias e sentidos actualizados pelos contextos específicos das suas abordagens.

Encenação: Nuno Pino Custódio

Dramaturgia (a partir da obra de Nikolai Gógol): Nuno Pino Custódio, em co-criação com Joana Poejo, Pedro Fino, Roberto Querido, Samuel Querido e Tiago Poiares

Espaço Cénico: Pedro Novo

Figurinos: Maria Luiz

Desenho de Luz e Operação: Pedro Fino

Co-Produção: Cine Teatro Avenida de Castelo Branco

Interpretação: Joana Poejo, Roberto Querido, Samuel Querido e Tiago Poiares

John Mowat

26-07-2018 12:10:36   In TeatroAgosto 2018  

22.08 (qua.) / 22h00 / Moagem

John Mowat (Gb.)

Tentativa & Erro

M/12-dur.60m

Nesta performance/demonstração hilariante, John Mowat vai mostrar algumas das suas formas de criar teatro e de actuar…"O meu trabalho baseia-se na criação de um ambiente onde se pode cair de cara no chão, levantar-se e rir sobre isso. Onde se brinca, se explora, e experimenta, se fazem descobertas e se parte em aventuras. Eu ofereço conhecimento através da experiência."

John Mowat nasceu e foi criado em Londres onde ainda vive ocasionalmente. A sua carreira no Teatro começou em 1980 quando fez o seu primeiro espectáculo a solo. Como performer, encenador e criador de Teatro, o seu estilo de comédia altamente visual passou por mais de 50 países de todo o mundo.

Interpretação: John Mowat

Beira Brass Band

26-07-2018 12:08:18   In TeatroAgosto 2018  

21.08 (ter.) / 22h00 / Moagem

Beira Brass Band (Pt.)

Musica

Os Beira Brass Band são uma fanfarra que se tem vindo a afirmar e a ganhar o seu espaço num plano ainda regional, mas que ambiciona num curto espaço de tempo ganhar visibilidade a nível nacional e internacional. Liderada pelo saxofonista, compositor e arranjador Fundanense João Roxo apresenta um reportório bastante eclético que vai desde a música latina, ao Funk passando ainda pelo Hip Hop, Rock ou a música Pop, com arranjos arrojados de clássicos como Thunderstruck dos AC/DC ou Low Rider dos War, fazendo também parte do seu reportório alguns temas originais.


Clarinete: Luis Melo
Sax Soprano: Cláudio Pereira
Sax Alto: Keir Gonçalves
Sax Alto: Rui Pereira
Trompete: Mauro Horta
Trompete: António Augusto
Trompete: Emanuel Barroca
Trombone: Afonso Quelhas
Barítono: João Roxo
Caixa: Gonçalo Alves
Bombo: João Semedo

 

Marmore Producciones

26-07-2018 11:57:01   In TeatroAgosto 2018  

18.08(sáb.) / 22h00 / Souto da Casa - Quintal

19.08(dom.) / 22h00 / Silvares - StªLuzia

Marmore Producciones (Es.)

“Juba, El Niño Calvo”

V Ciclo de Teatro e Animação na Rua 

Poesia e comédia, reflexão e loucura, sonhos e desespero ... O mundo de Juba apresenta uma realidade paralela onde tudo não é o que parece. Este personagem de desenho animado, tão real como a própria vida oferece-nos um espetáculo de circo-teatro interativo divertido onde com habilidades malabaristas, destreza física e humor com amor fazem deste espectáculo um encontro de prazer total para todos os públicos.
-
Javier Rosado é artista Pacense, da Extremadura. Formação de três anos em arte dramática na Extremadura e Licenciado pela Escuela de Circo Carampa y Charivari em Madrid, e pela Escuela de Circo y Variedades de Moscovo. Na Dinamarca estudou Técnicas de Actuação com Odin Teatret. Trabalhou em Companhias como Teatrapo, Karlig-Danza y Arán Dramática e em produções para o Festival de Teatro Clássico de Mérida, entre outros.

Interpretação: Javier Rosado
Técnico: Koke Rodriguez

 

TeatroAgosto_2018

25-07-2018 16:26:02   In Últimas  

TeatroAgosto no Fundão de 17 a 26 de Agosto

A XIV edição do TeatroAgosto, Festival Internacional de Teatro ao Ar Livre, realiza-se entre 17 e 26 de Agosto com palcos instalados no Fundão, Castelo Branco, Alcaide, Souto da Casa e Silvares. Serão 14 espetáculos apresentados por 11 companhias de teatro e um grupo musical com a participação de convidados de Inglaterra, Espanha e Brasil. Durante o Festival será também realizada a MasterClass “Teatro Visual” dirigida pelo encenador e pedagogo inglês John Mowat

O TeatroAgosto é um dos primeiros projectos sazonais da ESTE e está identificado com esse impulso estrutural de contacto com a sua comunidade. A ideia foi sempre a de criar um ENCONTRO AO AR LIVRE através de uma mostra de espectáculos, aproveitando o tempo favorável, a oportunidade mais óbvia de relação CIDADE-CAMPO, o período de lazer e a duplicação da densidade populacional (emigração, férias, turismo).

O TeatroAgosto, agora a caminho da sua 14ª edição, foi marcando uma posição de referência não apenas na sua cidade e região (sendo hoje incontornável na programação cultural do município) mas também alcançado uma visibilidade no panorama dos festivais de teatro do país, pela especificidade da sua programação e pela dimensão internacional que desde cedo foi assumindo.

A DESCENTRALIZAÇÃO para o exterior, espaços não-convencionais, centro histórico, freguesias e outras cidades convida à participação dos habitantes e espectadores, enquanto a programação principal tem sede num palco ao ar livre com esplanada e bancada. De referir a vertente de formação, com as suas MasterClasses diricionadas para artistas e profissionais ou as extensões com áreas afins, como a música, a dança, as artes circenses ou o ilusionismo, entre outras.

Este ano, destacamos o trabalho do criador inglês John Mowat (mais a sua masterclass) e a participação de dois espectáculos que venceram recentemente o prémio de melhor espectáculo de Rua da importante Feria de Teatro de Castilla y León – Ciudad Rodrigo (Espanha), casos de GODOT, com “Lullaby” (PT) e da Companhia Albadulake, com “Las expertas” (ES).

PROGRAMAÇÃO

ABERTURA

SEX. 17.08 / Moagem / 22h00

Classes de Teatro da Estação Teatral

“CHIQUINHO”

V CICLO DE TEATRO E ANIMAÇÃO NA RUA

SEX. 17.08 / Alcaide - Lg. S. Francisco / 22h00

Teatro da Chanca (Pt.)

“O Sitio”

SÁB. 18.08 / Souto da Casa - Quintal / 22h00

Marmore Produccionnes (Es.)

“Juba, el niño calvo”

Sáb. 18.08 / Castelo Branco/ 22h00

ESTE – Estação Teatral (Pt.)

“Há Beira na Revolta”

Dom. 19.08 / Silvares - Stª Luzia / 22h00

Marmore Produccionnes (Es.)

“Juba, el niño calvo”

SEG. 20.08 / Av.Liberdade-Mercado / 11h00

AnimaAgosto / Beira Brass Band

DOM. 26.08 / Ruas da Cidade-Lg.Igreja / 16h30

BomboAgosto

PROGRAMAÇÃO MOAGEM

SÁB. 18.08 / Moagem  / 22h00

Filipe Crawford (Pt.)

“A Ultima Noite do Capitão”

TER. 21.08 / Moagem / 22h00

Musica

 “Beira Brass Band”

QUA. 22.08 / Moagem /22h00

John Mowat (Gb.)

“Tentativa & Erro”

QUI. 23.08 / Moagem / 22h00

ESTE – Estação Teatral (Pt.)

“INSPEKTOR”

SEX. 24.08 / Moagem / 22h00

Godot (Pt.)

“Lullaby”

SÁB. 25.08 / Moagem / 22h00

Cia ALBADULAKE (Es.)

“Las Expertas”

DOM. 26.08 / Moagem / 22h00

Palavra Z Produções (Br.)

“Contos partidos de amor”

FORMAÇÃO

23 a 25 de Agosto / Moagem

MASTER CLASS

“Teatro Visual”

Dir: John Mowat (Gb.)

VI Master Commedia dell'Arte c/ Nuno Pino Custódio

06-07-2018 14:55:22   In Últimas  
Entre 18 e 21 de Setembro, Nuno Pino Custódio dirige a VI Master Commedia dell'Arte,em Castelo Novo,
intitulado "No sentido da Commedia dell'Arte: Hoje!"
"Como abordar a Commedia dell’Arte hoje é sobretudo uma questão viva, sem respostas fixas, um olhar atento onde a tradição tem que,
acima de todas as coisas, ser sinónimo de movimento. De futuro. " Nuno Pino Custódio
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NUNO PINO CUSTÓDIO, DIRECTOR ARTÍSTICO, DRAMATURGO, ENCENADOR, CONSTRUTOR DE MÁSCARAS. Lisboa, 1969.

Iniciou a sua actividade como encenador e dramaturgo no início dos anos 90, expondo até hoje 50 criações, onde se destacam colaborações com algumas das mais significantes companhias portuguesas, como o Teatro Meridional, o Teatro O Bando, a Companhia do Chapitô, As Boas Raparigas, O Teatrão, a FC - Produções Teatrais/Casa da Comédia, o Teatro do Montemuro, o Teatro Oficina ou a companhia que fundou e dirige desde 2004, a ESTE – Estação Teatral da Beira Interior.

  1. INFORMAÇÕES
Data: 18 a 21 de Setembro de 2018
Recepção dos formandos: Moagem - 17 de Setembro de 2018;
Duração: 4 dias com três períodos de trabalho (Aulas práticas das 10H00-12H30 e 15H00-18H30 e Aulas teóricas das 21H00 às 24H00) ;
Local: Castelo Novo
Limite máximo da turma: 20
Público-Alvo: Profissionais, estudantes e professores de artes performativas;
Equipamento: roupa e calçado confortável que permitam movimentos largos e trabalho de chão e meio ou collant de mousse preta.
  1. INSCRIÇÕES
Preços:
INSCRIÇÃO GERAL- 200,00€
INSCRIÇÃO PARA PROFISSIONAIS DE TEATRO – 150,00€
(inclui alimentação, alojamento e transporte entre Fundão e Castelo Novo
Pagamento: 
. 50% no acto da inscrição e a possibilidade de pagamento do restantes 50% até 15 de Setembro de 2018;
· O pagamento da inscrição por via bancária deverá ser efectuado através do NIB (transferências nacionais), 0010 0000 34735400001 40 ou IBAN (transferências internacionais), PT50 0010 0000 3473 5400 0014 0 / swift: BBPIPTPL, e confirmada através do envio do comprovativo de transferência/depósito bancário
  1. CONTACTOS
Estação Teatral
Apartado 259 – 6230-909 FUNDÃO – Portugal
T: (+351) 963 859 394 / (+351) 275772499
Email: esteteatro@gmail.com

MasterClass "TEATRO VISUAL" com John Mowat

22-06-2018 10:30:43   In Últimas  

John Mowat nasceu e cresceu em Londres, onde ainda vive esporadicamente. Foi convidado a deixar a escola aos 16 anos, tornando-se aprendiz de mecânico e soldador na indústria de aquecimento e ventilação. Estudou Escultura e frequentou a Royal Academy School, em Londres. O seu percurso no teatro começou em 1980, quando realizou a sua primeira exposição individual e em 1994, co-fundou a Oddbodies Theatre Company, em Londres.

Como intérprete e diretor, o seu estilo de comédia altamente visual já percorreu mais de cinquenta países em todo o mundo. Começou em Lisboa em 1992, e dois anos depois associou-se à Companhia do Chapitô para dirigir uma peça para a Expo 98, continuando a conceber e dirigir inúmeras peças com a Companhia do Chapitô, das quais foi também co-director artístico, até 2015.

Actualmente, Mowat continua a trabalhar em vários projetos, dividindo o seu tempo entre Inglaterra, Portugal e Brasil.

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  1. INFORMAÇÕES

Data: 23 a 25 de Agosto de 2018

Recepção dos formandos: 17h00 de 22 de Agosto de 2018;

Duração: 6 horas diárias (das 10h00 às 12h30 e das 15h00 às 18h30 – chegada ao espaço de trabalho às 9h30 e às 14h30, para dar início a cada período);

Local: A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes (Fundão);

Limite máximo da turma: 20

Público-Alvo: Profissionais, estudantes e professores de artes performativas;

Equipamento: roupa e calçado confortável que permitam movimentos largos e trabalho de chão

  1. INSCRIÇÕES

Preços:

. INSCRIÇÃO GERAL- 200,00€

(20% de desconto para todas as inscrições efectuadas até 15 de Julho de 2018 / inclui alimentação, alojamento e entrada em todos os espectáculos da programação do TeatroAgosto 2018)

. INSCRIÇÃO PARA PROFISSIONAIS DE TEATRO – 150,00€

(inclui alimentação, alojamento e entrada em todos os espectáculos da programação do TeatroAgosto 2018)

Pagamento:

. 50% no acto da inscrição e a possibilidade de pagamento do restantes 50% até 31 de Julho de 2018;

. Para inscrições após 15 de Julho – 100% até 31 de Julho;

· O pagamento da inscrição por via bancária deverá ser efectuado através do NIB (transferências nacionais), 0010 0000 34735400001 40 ou IBAN (transferências internacionais), PT50 0010 3473 5400 0014 0 / swift: BBPIPTPL, e confirmada através do envio do comprovativo de transferência/depósito bancário

  1. CONTACTOS

Estação Teatral

Apartado 259 – 6230-909 FUNDÃO – Portugal

T: (+351) 963 859 394 / (+351) 275772499

Email: esteteatro@gmail.com

Há Beira na Revolta

15-05-2018 16:55:40   In Últimas  

"Há Beira na Revolta!” é um espectáculo que reúne várias histórias numa Beira Interior situada entre o século XIX e os meados do século XX. Histórias de força, coragem e resistência de um povo cuja insularidade nem sequer está demarcada pela fronteira visual entre o mar e o nada. Longe dos poderes centrais mas sob o jugo de toda a sorte de cacicagem, nesse tal “e o resto é paisagem, mas pagai a portagem”, ali mesmo por entre serras, covas, pedras e mais penhascos, que alma é esta que se ergue, que se levanta, que ecoa, que se avista pelo céu infinito qual nuvem em nome da dignidade humana?

Seguindo este impulso, a Estação Teatral vai, uma vez mais, convergir dois propósitos basilares da abordagem do teatro que há década e meia pesquisa: o recurso a uma arte milenar dos contadores de histórias, onde todos os meios se encerram no corpo do actor, em busca de um Teatro Total, e essa necessidade tão premente de trabalhar com o diverso e rico e plural universo da sua região.

Histórias com (panto)mineiros e capatazes, soldados napoleónicos e guerrilheiros por instinto, gente que amanha a terra ou a vê amanhar, ladrões, guardas e juizes ou juízes, guardas e ladrões, pastores e regedores, ovelhas, cães e assobios, inquisidores e gente sem paciência, silvos, silvas e gente boa sem nome, outra com apelido mas sem eira nem beira... E tudo regado a vinho, a tiros, a desmandos, a desmaios, a perseguições, a quedas, a bordoadas, a pedradas, a palavrões, a punhos erguidos, a gengivas arregaladas, a órbitas a explodir, a canções, a suspiros, a vontades, a respiros e a corações. Sim, talvez só tudo corações.

Dramaturgo e encenador: Nuno Pino Custódio

Designer de cena: Estação Teatral

Actores: Tiago Poiares e Roberto Querido

Músicos: Alexandre Barata, Dário Cunha e Pedro Rufino

Desenhador e operador de Luz: Pedro Fino

Director de Montagem: Pedro Fino

Designer de comunicação: Hugo Domingues

Fotógrafo: Miguel Proença

Assistente de produção: Francisca Vidal

Director de produção: Alexandre Barata 

__________

25 a 27 de Maio_ Casino Fundanense (6ª e sáb. às 21h30 e dom. ás 17h00)

23 de Junho_Alcaria_21h30

24 de Junho_Valverde_17h30

21 de Julho_Aldeia Nova_21h30

22 de Julho_Capinha_21h30

18 de Agosto_Castelo Branco_22h00

02 de Setembro_Setubal_21h30

08 de Setembro_Festa do Avante_20h00

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INSPEKTOR

08-01-2018 17:48:13   In Últimas  

Numa pequena cidade de província da Rússia de Nicolau I, os seus principais representantes, os directores e responsáveis pelas suas instituições, que agem a seu belo prazer, dissociados do interesse comum, surge a notícia de que pode estar já ali presente um inspector geral do reino para averiguar o bom funcionamento da sua edilidade. Notícia que põe todos em movimento, tal a instabilidade e preocupação que cria no ‘status’ há muito estabelecido por um grupo de caciques cujo burgomestre é o seu mais distinto impulsionador.

“Inspektor” é uma obra que nasce de outra (tem como ponto de partida o famoso texto de Nikolai Gógol, “O Inspector”), nesse potencial que a arte tem de desdobramento em novas funções. É, por isso, também, um trabalho de pesquisa da Estação Teatral que não fazendo peças de repertório as pode eventualmente revisitar para lhes buscar ressonâncias e sentidos actualizados pelos contextos específicos das suas abordagens.

A ideia de teatro que esta companhia vem pesquisando, agora na sua 34ª criação, como convive e como explora um texto realista da primeira metade do século XIX? O que há de comum e o que pode ser transposto para o dealbar de um século XXI onde a relação actor/espectador já não é a mesma? 

Liberdade, sociedade, ética, democracia, indivíduo, civilização, corrupção são algumas palavras-chave aqui perscrutadas através das marcas de uma companhia que vem desde sempre defendendo o sentido de uma centralidade da encenação como motor de uma obra teatral. A espacialidade, a narrativa dos corpos em acção no espaço, a relação interdependente ver-fazer, a perspectiva da percepção visual são marcas de uma criação. Numa época em que urge firmar o teatro como arte autónoma e integral e onde os conteúdos temáticos dos textos escritos não bastam por si só. Não bastam, na medida em que urge encontrar sempre um “como fazer” ou, se se preferir, entender que a forma também é o conteúdo e esta urge ser contemporânea – ou o teatro não subsiste senão enquanto uma tradição de uma tradição de uma tradição…

Nuno P. Custódio

Encenação: Nuno Pino Custódio

Dramaturgia (a partir da obra de Nikolai Gógol): Nuno Pino Custódio, em co-criação com Joana Poejo, Pedro Fino, Roberto Querido, Samuel Querido e Tiago Poiares

Espaço Cénico: Pedro Novo

Figurinos: Maria Luiz

Desenho de Luz e Operação: Pedro Fino

Montagem: Pedro Novo e João Freitas

Confecção de Figurinos: Alfaiataria Juvenal

Fotografia: Miguel Proença

Design de Comunicação: Hugo Landeiro Domingues

Direcção de Produção: Alexandre Barata

Co-Produção: Cine Teatro Avenida de Castelo Branco

Interpretação: Joana Poejo, Roberto Querido, Samuel Querido e Tiago Poiares